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Opa! Lá vamos nós para mais um tópico a ser discutido para a prova 201. E hoje eu irei falar sobre o Sistema de Inicialização do Linux. Mas antes, para quem tiver curiosidade, segue o link do livro que estou utilizando como guia em meus estudos.
Novamente digo: se alguém ler este texto e encontrar algo que discorde, não tenha entendido, ou apenas um erro gramatical e queira corrigir, pois fique a vontade para corrigir! Devido à própria característica do texto, que é redigido e publicado no mesmo dia, eu posso cometer enganos.
Vamos ao que interessa afinal! Neste segundo post, irei tratar dos seguintes objetivos de prova:
- Customizar o Sistema de Inicialização e os processos de boot
- Realizar a recuperação de um sistema
A partir de hoje irei começar a postar aqui em meu blog tudo que aprender referente aos meus estudos para adquirir a LPIC-2. Planejo realizar a prova 201 no próximo mês de Julho e a prova 202 no próximo mês de Agosto. Então até lá, estarei postando o conteúdo da prova como uma série de “aulas” sobre tópicos bem definidos. Como estou em um processo de aprendizado, é possível e inevitável que eu escreva algo que pode ter sido erroneamente interpretado por mim, sendo assim, se alguém ler este tópico e tiver correções a realizar, por favor, sinta-se a vontade.
Importante observar que o conteúdo aqui apresentado tem o objetivo de ajudar aqueles que estão estudando para mais esta certificação (assim como eu) e não têm alguma referência em português, apesar da prova requerer conhecimentos em inglês.
Neste primeiro post irei tratar do Kernel do Linux. Este tópico possui quatro objetivos:
- Apresentar os componentes do Kernel Linux
- Compilar o Kernel Linux
- Aplicar um patch no Kernel
- Customizar um Kernel
Eu realmente sempre detestei o maldito “beep” que é acionado quando tentamos fazer uma operação que resulte em um aviso, como tentar apagar um comando que não foi digitado ainda no terminal. Em meu computador, também existe uma relação do “beep” com repentinos travamentos do ambiente. Não sei se desativar o “beep” fará com que o sistema não mais congele.
Enfim, para fazer a desativação, é bem simples. O comando abaixo resolve nosso problema.
# xset -b
Para fazer com que a alteração seja persistente, basta adicionar o comando em algum dos scripts de inicialização do X, como o /etc/X11/Xsession.
Até a próxima!
Sei que a dica já foi inclusive enviada para o Dicas-L, porém, vou deixar registrado aqui também para caso alguém veja e para manter o histórico desta dica por aqui!
Seguinte, já teve a necessidade de baixar manualmente os vídeos do YouTube em seu computador para poder vê-los quando não tiver acesso à Internet? Pois bem, para baixar os vídeos, vamos utilizar apenas o utilitário wget e grep.
Vamos utilizar como exemplo este vídeo do Qashqai Car Games, que pode ser visualizado no endereço http://www.youtube.com/watch?v=xuVB_dLNu3k.
Considerando que queremos baixar este vídeo, para tanto, abra um terminal de comandos e digite a linha abaixo.
$ wget -O /tmp/pagina.tmp ‘http://www.youtube.com/watch?v=xuVB_dLNu3k’
Logo após, digite o outro comando.
$ grep player2 /tmp/pagina.tmp
Do resultado mostrado, o que nos interessa é apenas o marcado abaixo.
var fo = new SWFObject(“/player2.swf?video_id=xuVB_dLNu3k&l=51&t=OEgsToPDskKya7v_3i4m-V_EugjrVt4-&soff=1&sk=Bvj3PtV2nlslVULWCSWCNAC“, “movie_player”, “450″, “370″, v, “#FFFFFF”);
Agora basta novamente no terminal digitar o último comando abaixo.
$ wget -O video.flv ‘http://www.youtube.com/get_video?video_id=xuVB_dLNu3k&l=51&t=OEgsToPDskKya7v_3i4m-V_EugjrVt4-&soff=1&sk=Bvj3PtV2nlslVULWCSWCNAC‘
Observe o que o trecho da URL que está marcado é o mesmo obtido no resultado do grep.
Agora pronto! É só esperar baixar e verificar o seu novo arquivo. Importante notar que o arquivo estará no formato de vídeos flash (.flv), mas que é suportado por diversos Players, como o Totem, com o conjunto de codecs xine.
Até mais!
Vai a dica de agora: como limpar os dados gerados de compilações anteriores do kernel? Seria simples responder: “make clean”, porém, este comando não realiza uma limpeza completa. Existem três opções para esta tarefa, cada uma com um nível de limpeza maior.
- make clean – deleta a maior parte dos arquivos gerados na configuração e compilação.
- make mrproper – deleta toda a configuração existente e todos os arquivos gerados.
- make distclean – além de realizar a remoção da maior parte dos arquivos gerados, como o make clean, também remove as TAGS, Makefile e config.status.
Pensei por um tempo que não teria novamente dores de cabeça com codecs multimídia depois de ter instalado todos os pacotes gstreamer deste ótimo tutorial do pessoal do Ubuntu-br. Porém, eis que apareceram alguns arquivos de uma extensão menos utilizada: rmvb. A qualidade e tamanho dos arquivos impressionam! É possível ter uma excelente qualidade de vídeo em um arquivo muito menor do que DivX. RMVB é um acrônimo para RealMedia Variable Bitrate, formato desenvolvido pela RealNetwork, desenvolvedora do famoso player RealPlayer. O formato se baseia no formato RM, porém com a capacidade de poder variar o bitrate de acordo com a complexidade das imagens de cada quadro.
No entanto, no momento que vou executá-los, a decepção. O instalador automático de plug-ins do Ubuntu 7.04 pela primeira vez me deixou na mão, sugerindo um pacote que já se encontrava instalado e que não resolveria meus problemas. Comecei então a pesquisar pela Internet, sendo que minha primeira fonte de consulta começa no UbuntuForums. Achei vários tópicos que aconselhavam a instalação dos seguintes pacotes:
- totem-xine (em substituição ao totem-gstreamer, padrão do Ubuntu).
- w32codecs, que pode ser baixado aqui.
Após isto, é necessária a realização do seguinte procedimento:
- Abrir o arquivo ~/.xine/catalog.cache
- Encontrar a sessão “[/usr/lib/xine/plugins/1.1.4/xineplug_decode_real_audio.so]” e modificar apenas o atributo “decoder_priority=5″ para “decoder_priority=10″.
Basta fechar o totem e abrí-lo novamente para que seja possível reproduzir os arquivos RMVB.
Qualquer dúvida que alguém tiver, pode postar por aqui.
Até a próxima!
Estava precisando hoje de algo que não tinha visto antes: uma wordlist com palavras em Português! Arrumar uma lista de palavras em inglês ou outras línguas até, como hungaro foi até simples, mas em Português realmente estava muito difícil. Parei para pensar um pouco sobre como obter uma boa lista de palavras em nosso idioma. Qual a maior fonte de palavras em Português que conheço e que esteja disponível gratuitamente na Internet? BrOffice.org! Creio que não haja nenhum outro projeto aberto que tenha conseguido realizar uma listagem tão grande quanto à do projeto brasileiro do OpenOffice.org. A lista de palavras do BrOffice.org pode ser baixada em aqui.
Após ter obtido o arquivo, é necessário extrair seu conteúdo e realizar alguns procedimentos:
- Instalação do pacote ispell, caso sua distro ainda não possua. Utilizando Fedora Core 6, passei por um problema, pois existe um outro pacote (aspell) que substitui o antigo ispell. Porém, o aspell não possui o binário buildhash, necessário para a compilação das palavras.
- Compilação das palavras através do comando “make palavras” que pode ser executado na raiz do pacote descompactado.
Após estes passos, será gerado um novo arquivo chamado “palavras.ispell” contendo 261799 palavras, com verbos e adjetivos e substantivos. Esta lista pode ser facilmente unida à wordlist criada anteriormente em outro post. Para unir, basta o comando abaixo.
$ cat palavras.ispell wordlist.txt | sort | uniq > grandelista.txt
Após isto, agora temos uma wordlist com dois idiomas contendo quase 600 mil termos! Acho que com isso já me serve no momento!
Até mais!
Para quem já viu o novo Xadrez do Windows Vista deve ter ficado surpreendido pelo o mesmo utilizar recursos 3D. Pois bem, o Ubuntu 7.04 Feisty Fawn também traz um recurso semelhante. O similar ao Chess Titans é o glchess que já vem instalado por padrão.
Porém, por padrão, ele só possui suporte à um jogo em 2D. Para habilitar o suporte ao tabuleiro em três dimensões, é necessário a instalação de 3 pacotes.
- python-opengl
- libgtkglext1
- python-gtkglext1
O detalhe é que apenas os dois primeiros estão em algum dos repositórios do Ubuntu. O último, python-gtkglext1, pode ser baixado facilmente daqui. Sendo assim, basta instalar os dois primeiros e logo em seguida instalar o terceiro pacote que foi baixado à parte.
Para habilitar o recurso 3D, basta depois ir no menu “Ver” e em seguida utilizar a opção “3D”. Vejam abaixo uma demonstração do resultado final.
Até mais!
Podem se perguntar: o que tem a ver postar algo sobre a Feira do Empreendedor em um blog que contém apenas tópicos relacionados à tecnologia?
Oras, desde o princípio eu o denominei como sendo um blog profissional, e, freqüentar palestras sobre esse assunto pode importar não somente a estudantes e aspirantes da Administração, como também à qualquer área, que por sua vez, também precisa de empreendedores.
Enfim, não vim aqui para falar sobre isto! Mas para contar como foi minha experiência ao visitar à Feira do Empreendedor 2007. Fui no evento na sexta-feira, pelo período da noite, e sábado no período da tarde.
Wordlists, como a tradução sugere, são listas enormes de palavras e nomes diversos. Estas listas são utilizadas na realização de ataques do tipo bruteforce.
Diversas aplicações hoje em dia fazem uso deste tipo de listas e hoje encontrei 3 lugares para poder baixar livremente Wordlists que podem ser agrupadas para obter uma lista maior ainda. Segue abaixo os links:
http://www.outpost9.com/files/WordLists.html
http://wordlist.sourceforge.net/
http://www1.harenet.ne.jp/~waring/vocab/wordlists/vocfreq.html
Para fazer com que todas elas sejam uma única, basta o comando abaixo:
$ cat nomedalista1 nomedalista2 nomedalista3 | sort | uniq > listaagrupada
Até a próxima!

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